terça-feira, 2 de agosto de 2011

Prefeito de Vilnius na Lituânia, mostra como respeitar os ciclistas.

Prefeito esmaga com blindado carro de luxo que estava parado em ciclovia

Cena foi registrada em Vilnius, capital lituana.
Prefeito esmagou um Mercedes-Benz S-Class.


Prefeito de Vilnius passou por cima do veículo com um blindado. (Foto: Reprodução/Prefeitura de Vilnius)

Irritado com um motorista que estacionou o carro em uma ciclofaixa, o prefeito de Vilnius (Lituânia), Arturas Zuokas, de 43 anos, passou por cima do veículo, um Mercedes-Benz S-Class, com um blindado, segundo o site de notícias lituano "15min".

Motorista de Mercedes havia estacionado em ciclofaixa. (Foto: Reprodução/Prefeitura de Vilnius)

Veja o vídeo da plausível manobra deste exemplar prefeito:


quarta-feira, 27 de julho de 2011

L´Étape du Tour (Mondovélo) Modane Valfréjus > Alpe-d´Huez - 11 Juillet 2011

L´Étape du Tour (Mondovélo) Modane Valfréjus > Alpe-d´Huez - 11 Juillet 2011 - 109km

Videos

http://www.vholdr.com/node/168487

http://contour.com/users/Adm180

Gran Reserva Montecristo No 2, Partagas série D e Cohiba 1966. Confira alguns dos lançamentos mais esperados do ano .

https://www.facebook.com/pages/Week-End-Turismo/322541510029?sk=info

 Gran Reserva Montecristo No 2 - Um dos lançamentos mais esperados do ano, o Gran Reserva de Montecristo No. 2 tem uma produção limitadíssima. São apenas cinco mil caixas com 15 unidades dentro, mostrando toda a exclusividade desse charuto. Até hoje apenas a marca Cohiba tinha uma vitola com a classificação Gran Reserva, título que garante sabor único, hermonioso e consistente, como descreve a própria Habanos S.A. Os charutos tem vitola 52, 15,6 cm de comprimento e são feitos com as melhores folhas de tabaco da plantação de Vuelta Abajo do ano de 2005, uma experiência verdadeiramente especial para os apreciadores!

Cohiba 1966 - Para celebrar os 45 anos da marca preferida de Fidel Castro, a Cohiba lançou a Edición Limitada Cohiba 1966. Com 16,5 centímetros e vitola 52, o charuto tem sabor complexo e terroso, e foi produzido com as primeiras folhas de tabaco da produção do ano passado de Vuelta Abajo, passando por três fermentações em barris que garantem um aroma mais suave.

Partagas Serie D No 5 - Com mais de 160 anos de tradição no mundo do tabaco, a marca Partagas lança seu Partagas Serie D No 5, apelidado de 'Half Corona'. Com capa escura e oleosa, o charuto tem sabor poderoso, profundo e adocicado. Por ser mais curto - ele tem 11 cm de comprimento e vitola 50 - o D-5 é ideal para fumadas mais rápidas e já busca a posição de preferidos de novos apreciadores do prazer de fumar um bom puro.

The Best Travel Agency in the World

https://www.facebook.com/pages/Week-End-Turismo/322541510029?sk=info

http://www.weekend.tur.br/?url=quem_somos

Kube Hotel - St-Tropez - opção ideal para quem procura agitação em uma localização única


Distante o suficiente do burburinho de St-Tropez, para que os hóspedes possam ter tranqüilidade total, mas próximo da nightlife da Riviera Francesa, o Kube Hotel mescla o melhor de dois mundos, se tornando a opção ideal para quem procura agitação em uma localização única, e uma hospedagem sofisticada. Primeiro resort de luxo tecnológico, sua inauguração foi a maior da cidade nos últimos cinco anos, fazendo com que o hotel boutique já seja obrigatório para os antenados e modernos. O Kube combina diversas opções de relaxamento à modernidade, para trazer o máximo de conforto em uma experiência inesquecível.

Os 41 quartos e suítes do hotel estão dispostos em quatro prédios localizados entre os jardins e piscinas. Combinando conforto, design e tecnologia, as acomodações variam de 30 a 100 metros quadrados, todos identificados por tamanhos (S, M, L, XL, XXL E XXL Terrasse). Paredes brancas e enormes janelas fazem com que a luz natural tenha um papel importante ao criar um ambiente claro e clean, tudo estrategicamente projetado para combinar com o mar azul e a vista inesquecível dos terraços privados. TVs de LCD, biblioteca de DVD, videogames ultramodernos, iPod docks, menu de travesseiros e lençóis de algodão egípcio são alguns dos mimos oferecidos.

Depois de um café da manhã na cama, a dica é praticar yoga ou tai-chi em uma das salas especiais do hotel com ótimos professores, ou dar um mergulho na piscina de mármore, de frente para o oceano, renovando as energias. Para relaxar antes de cair na badalada noite de St. Tropez, um spa completo, massage lounges e salão de beleza estão à disposição o dia inteiro. A gastronomia do Kube Hotel também merece destaque, com menu de gastronomia contemporânea francesa. Quem quer tranquilidade e romantismo, deve escolher uma mesa no belíssimo jardim do hotel, para apreciar a natureza enquanto beberica um vinho da enorme adega do lugar (são mais de 10 mil garrafas). No salão interno, é possível acompanhar a preparação dos pratos, além de assistir aulas de culinária.

Na parte da noite o hotel se transforma em um nighticlub com sky lounge no terraço com uma vista panorâmica espetacular de St-Tropez. Os melhores DJs da Europa tocam na noite do Kube, o que faz do hotel um ponto de encontro para quem quer ver e ser visto no verão do hemisfério norte. Ambiente completo para os hóspedes terem o melhor de St-Tropez, com muito conforto! By: Taste.





sexta-feira, 1 de julho de 2011

TOUT CE QUE VOUS DEVEZ SAVOIR SUR VOS PNEUS

TOUT CE QUE VOUS DEVEZ SAVOIR SUR VOS PNEUS //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

Comment lire des dimensions ?

Deux principales mesures des dimensions pneumatiques coexistent : les dimensions normalisées et les dimensions usuelles.
Les dimensions normalisées par l’ETRTO sont exprimées en millimètres (ex : 23-622 – QUARTZ) et correspondent à la section, c’est-à-dire à la largeur, puis au diamètre intérieur(tringles) du pneumatique.
Les dimensions usuelles sont exprimées en millimètres (ex : 700x23 – QUARTZ) ou en pouces (ex : 26x2.10 – BULLDOG) et correspondent au diamètre extérieur (valeur indicative) puis à la section du pneumatique.
Pour une meilleure compréhension, HUTCHINSON indique systématiquement les deux équivalences.

Qu’est-ce que l’etrto ?

Qu’est ce qu’une tringle ?

Une tringle est un enroulement de fils de cuivre, d’aramide ou de carbone renforçant le talon du pneumatique qui en assure l’accrochage sur la jante.
Les tringles sont rigides (TR) lorsqu’elles sont constituées de cuivre et souples (TS) lorsqu’elles sont constituées d’aramide ou de carbone. Ces dernières offrent plus de légèreté, plus de résistance et permettent de plier le pneumatique sans le détériorer.

Qu’est ce que le tpi ( Thread Per Inch) ?

La densité des fils composant une carcasse se mesure en nombre de fils par inch (1 inch = 2,54 cm). Une carcasse 33 TPI utilise un tissage de faible densité composé de gros fils apportant de la rigidité au pneu. A l’opposé, une carcasse 127 TPI utilise un tissage haute densité composé de fils très fins apportant de la souplesse au pneu.

Qu’est ce qu’un pneumatique skinwall ?

La technologie Skinwall (SKW) consiste à poser une couche de caoutchouc seulement sur la partie centrale du pneu afin de former la bande de roulement. Les flancs sont préalablement recouverts d’une très fine pellicule de caoutchouc. Cette technologie réduit le poids et augmente la souplesse du pneumatique, améliorant ainsi son rendement et son confort.

Qu’est ce qu’un pneumatique gumwall ?

La technologie Gumwall (GW) consiste à poser une couche de caoutchouc sur toute la carcasse du pneu, d’une tringle à l’autre. Les flancs sont ainsi rigidifiés et protégés des agressions extérieures.
Cette technologie améliore le comportement à haute vitesse et augmente la résistance à la perforation des flancs.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Irritar motoristas faz parte da política urbana em boa parte da Europa

DO "NEW YORK TIMES", EM ZURIQUE

Enquanto cidades americanas sincronizam faróis verdes para melhorar o fluxo do tráfego e oferecem aplicativos para ajudar motoristas a encontrar lugares para estacionar, muitas cidades europeias vêm fazendo o contrário: criando ambientais abertamente hostis aos carros. Os métodos variam, mas a missão é clara: encarecer e dificultar o uso do carro, visando pressionar os motoristas a optar por tipos mais ecológicos de transporte.
Viena, Munique, Copenhague e outras cidades já fecharam grandes trechos de ruas para o tráfego de automóveis. Em Barcelona e Paris, as pistas para automóveis vêm sendo reduzidas pelo aumento dos programas populares de aluguel de bicicletas. Em Londres e Estocolmo, os motoristas precisam pagar taxas polpudas de congestionamento simplesmente para entrar no centro da cidade com seus veículos. E, nos últimos dois anos, dezenas de cidades da Alemanha passaram a fazer parte de uma rede nacional de "zonas ambientais" nas quais só podem entrar carros com emissões baixas de dióxido de carbono.
As cidades que aderem a essas políticas recebem novos shopping centers e prédios de apartamentos de braços abertos, mas limitam fortemente o número possível de vagas de estacionamento. A possibilidade de estacionar na rua está deixando de existir. Nos últimos anos, até mesmo capitais automobilísticas como Munique vêm se convertendo em "paraísos para os caminhantes", disse Lee Schipper, engenheiro sênior de pesquisas na Universidade Stanford e especialista em transportes sustentáveis.
"Nos Estados Unidos, a tendência tem sido muito mais de adaptar as cidades para receber carros", disse Peder Jensen, diretor do Grupo de Energia e Transportes da Agência Ambiental Europeia. "Aqui vêm ocorrendo mais movimentos para tornar as cidades mais vivíveis para as pessoas e relativamente livres de automóveis."
Com essa finalidade em vista, o Departamento de Planejamento do Trânsito de Zurique vem se esforçando nos últimos anos para dificultar a vida dos motoristas. As ruas da cidade ganharam faróis vermelhos em intervalos pequenos, provocando demoras e angústia entre os motoristas. Passarelas subterrâneas para pedestres que deixavam o trânsito fluir livremente em cruzamentos importantes foram demolidas. Os operadores do sistema de bondes da cidade, que não pára de crescer, podem mudar os faróis de trânsito em seu favor quando se aproximam, obrigando os carros a parar.
Hoje a circulação de carros é proibida em muitas quadras em volta da Löwenplatz, uma das praças mais movimentadas da cidade. Onde é permitida, a velocidade é fortemente limitada; os carros só podem avançar a passo de lesma, permitindo a remoção total de faixas de pedestres e dando aos pedestres o direito de atravessar quando e onde quiserem.
O chefe de planejamento de trânsito de Zurique, Andy Fellmann, sorriu enquanto observava alguns carros avançando lentamente em meio a uma massa de ciclistas e pedestres. "Por aqui os carros avançam devagar e param a todo momento", disse ele. "É disso que gostamos! Nossa meta é recuperar o espaço público para os pedestres, não facilitar a vida dos motoristas."
Embora algumas cidades americanas tenham feito esforços semelhantes --é o caso, notadamente, de San Francisco, que converteu partes da Market Street em zona de pedestres_, elas ainda constituem exceção nos Estados Unidos, onde, segundo Schipper, é difícil levar as pessoas a imaginar uma vida da qual os carros não constituam uma parte essencial.
De maneira geral, as cidades da Europa têm incentivos mais fortes para agir assim. Construídas, em sua maioria, antes do advento do automóvel, suas ruas estreitas têm dificuldade em lidar com tráfego pesado. Os transportes públicos são de maneira geral melhores na Europa que nos Estados Unidos, e a gasolina frequentemente custa mais de US$8 o galão, contribuindo para fazer com que o custo de andar de carro seja duas ou três vezes mais alto por quilômetro do que é nos EUA, disse Schipper.
Além disso, os países da União Europeia provavelmente não conseguirão cumprir seus compromissos de redução de emissões de dióxido de carbono, previstos no protocolo de Kyoto, se não reduzirem a circulação de carros. Os Estados Unidos nunca ratificaram esse pacto.
Ao nível global, as emissões vindas dos transportes continuam a subir implacavelmente, sendo que mais da metade é gerada por automóveis de uso pessoal. Mas um impulso importante por trás das reformas do trânsito adotadas na Europa é algo que é igualmente importante para os prefeitos de Los Angeles e Viena: tornar as cidades mais convidativas, com ar mais limpo e menos trânsito.
Michael Kodransky, gerente de pesquisas globais do Instituto de Transportes e Política do Desenvolvimento, em Nova York, que trabalha com cidades para reduzir as emissões vindas dos transportes, disse que, anteriormente, a Europa estava seguindo "a mesma trajetória que os Estados Unidos, com mais pessoas querendo possuir mais carros". Nos últimos dez anos, porém, disse ele, houve "uma mudança consciente no pensamento, além da adoção de medidas firmes". E isso está tendo efeitos.
Depois de possuir carro próprio por duas décadas, Hans Von Matt, 52, que trabalha no setor de seguros, vendeu seu veículo e hoje se desloca em Zurique de bonde ou bicicleta, usando um serviço de partilha de carros quando quer sair da cidade. As estatísticas da cidade mostram que o número de famílias sem carro aumentou de 40% para 45% nos últimos dez anos e que as pessoas que possuem carros hoje os usam menos.
"Houve grandes brigas em torno do fechamento ou não desta rua, mas agora ela está fechada, e as pessoas se acostumaram", disse ele, descendo de sua bicicleta na Limmatquai, uma zona de pedestres à margem do rio, margeada por cafés, que, no passado, era ocupada por duas pistas de trânsito sempre engarrafado. O fechamento de qualquer rua importante precisa ser aprovado em referendo.
Hoje 91% dos deputados do Parlamento Suíço usam o bonde para chegar ao trabalho.
Mesmo assim, algumas pessoas reclamam. "Há muitas zonas onde só se pode dirigir a 20 ou 30 quilômetros por hora --é estressante", disse o consultor Thomas Rickli, estacionando seu Jaguar na periferia da cidade. "É inútil."
Os planejadores urbanos geralmente concordam que o uso diário do carro para ir ao trabalho não é desejável nas cidades, em qualquer parte do mundo.
Fellmann calculou que uma pessoa em um carro ocupa 115 metros cúbicos de espaço urbano em Zurique, enquanto um pedestre ocupa apenas três. "Logo, se você anda de carro, isso não é justo com as outras pessoas", disse ele.
As cidades europeias também perceberam que não poderiam atender às diretrizes cada vez mais rígidas da Organização Mundial de Saúde referentes à poluição ambiental com partículas finas se os carros continuassem a ter presença dominante. Muitas cidades americanas não cumprem os requisitos da Lei de Ar Limpo, mas esse fato "simplesmente é aceito por aqui", disse Kodransky, do instituto de transportes de Nova York.
Muitas vezes são necessárias medidas extremas para levar as pessoas a deixar seus carros em casa, e um primeiro passo crucial consiste em fornecer transporte público de qualidade. Uma estratégia inovadora empregada na Europa consiste em intencionalmente dificultar e encarecer o estacionamento. "Há lugares para estacionar em toda parte nos Estados Unidos, mas eles estão desaparecendo dos espaços urbanos da Europa", disse Kodransky, cujo relatório recente "Europe's Parking U-Turn" trata dessa mudança.
O novo shopping center Sihl City, em Zurique, é três vezes maior que o Atlantic Mall, no Brooklyn, mas tem apenas metade do número de vagas para estacionar. Em função disso, disse Kodransky, 70% das pessoas que vão ao shopping usam os transportes públicos para chegar.
Em Copenhague, Jensen, da Agência Ambiental Europeia, disse que o edifício comercial onde trabalha tem mais de 150 vagas para bicicletas e apenas uma para um veículo, reservada para um deficiente físico.
Enquanto, na Europa, os códigos de construção muitas vezes limitam o número de vagas de estacionamento em edifícios novos, os códigos americanos tendem a fazer o contrário: estipular um número mínimo de vagas.
Novos complexos residenciais construídos ao lado da linha de trens leves em Denver dedicam seus oito pisos inferiores a estacionamentos. Para Kodransky, isso faz com que seja "fácil demais" para os moradores usarem seus carros, em lugar de aproveitarem o transporte ferroviário ao lado.
Enquanto, em Nova York, o prefeito Michael R. Bloomberg vem gerando controvérsia por converter algumas poucas áreas como a Times Square em zonas de pedestres, muitas cidades europeias já excluíram os carros de áreas enormes. Os comerciantes em Zurique temiam que isso levasse a uma queda no movimento de suas lojas, mas, segundo Fellmann, o temor mostrou ser infundado, porque o tráfego de pedestres aumentou entre 30% e 40% depois de os carros deixarem de circular.
Com o apoio dos políticos e da maioria dos cidadãos, os planejadores de Zurique pretendem seguir adiante em sua campanha para domar o tráfego, encurtando os períodos de farol verde e encompridando os de farol vermelho, para que pedestres não precisem esperar mais de 20 segundos para atravessar uma rua.
"Com nossa filosofia, jamais sincronizaríamos os faróis verdes para facilitar as coisas para os carros", disse um funcionário da prefeitura, Pio Marzolini. "Quando estou em outras cidades, parece que estou sempre esperando para atravessar uma rua. Não consigo me acostumar à ideia de que eu valho menos que um carro."